não estou para falar de amor se ele ainda não dói, nem rói, nem pede flor. Não há flores na minha poesia, as arrancadas são mortas, são decoração de sepultura. Meu poema é heresia. Conheço esse tal de amor, não encontrei deus algum e amor e deus até podem ser compatíveis mas não dependem um do outro, o único ponto em comum: eles não são invencíveis. Não falarei de coisas que desconheço, pois o meu apreço é pelo amor que sinto e não devo a uma criatura que o senso comum insinua e minha cabeça não atura. Minha escrita é a riqueza que colho do meu presente, mesmo que seja inventado, pois poeta mente, mas não se faz ausente, e eu não vivo de passado nem me dedico à tristeza, só quando fico parado. Grito contra o que abomino e não suporto determinismo. Minha ferramenta é o poema e meu alvo é o sistema. Sou tipo existencialista meio insano, meio analista, falso moralista, talvez sartreano. Tenho a marca da história. Todo gaúcho é artista e sou pampeano com muita honra e glória. Sou amigo da filosofia e esta não é feita de fadas, nem gnomos e crenças,nem de almas penadas ou universais desavenças. Eu vim aqui escrever poesia e isso para mim não é só brincadeira, pois no fim, o que consome energia é o abre e fecha da porta da geladeira.

sacharuk escreve em inspiraturas.org

contos com cloroquina 1

contos com cloroquina 1

Chechele chegou como criança concebida cidade Ceilândia, contudo criada cidade cearense chamada Crato. Chechele, cresceu comunada com conhecidas criaturas clonadoras cartão crédito, chamados comumente como cartaozeiros. Cartaozeiro consiste com carreira concorrida, cuja característica confere com cooptar certas criaturas cearenses, cachaceiros comuns com cabeça confusa, com chance conhecer célebre ciência criminosa condizente com clonagem cartões. 

Clonando cartões, Chechele conheceu certo cidadão cafajeste, chefe comandante chinelícias cariocas. Cristão convicto, capitão Coisonauro cuidava carreira como congressista cangaceiro, colaborando com crime continentalmente conhecido como "cortadinha". 

Coisonauro casou com Chechele.

Conforme Coisonauro considerou confirmar casamento, consumiu cinco comprimidos celestes, composto com cloridrato cloroquina. Concentrado, centralizou cabeça cacete centro coxas cônjuge Chechele. Contudo, cacete colapsado caiu como coisa chocha, cuja cabeça continuava cabisbaixa, conquanto corpo Chechele contorcia clamando coisa chamuscante. Coisonauro, culpou China comunista.

Coisonauro comandou Chechele colocar camisola cinzenta cobrindo calcinha, cujo chefe culto cristão consagrou conquanto conversava com Cristo. 

Carente carinho, Coisonauro carecia certo consolo. Com celular, chamou camarada coronel Courão.

Conforme Courão chegou, Coisonauro, com cueca caída, convidou coronel comer.

-Come Courão, come! Contudo, come com calma, calkey? Conquanto cheiro cloroquina.

sacharuk

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